A laicidade do Estado deve assegurar que todas as vozes coexistam sem opressão. Silenciar o
sagrado não é o melhor caminho; acolher as diversidades marginalizadas é.
Conclui-se que valorizar a espiritualidade como recurso de saúde é uma necessidade técnica.
Ela é o porto seguro diante dos maiores estressores da atualidade.
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