Subjetividad y Procesos Cognitivos https://publicacionescientificas.uces.edu.ar/index.php/subyprocog <p>Subjetividad y Procesos Cognitivos (ISSN en línea: 1852-7310) es una revista abierta a la comunidad científica, con una periodicidad de dos publicaciones anuales (enero-junio; julio-diciembre). Estas publicaciones son temáticas</p> <p>El objetivo es brindar aportes al conocimiento en el campo de la psicoterapia y de la psicología social desde un marco de pluralidad teórica. Los artículos publicados son inéditos y sometidos a arbitraje para garantizar el valor científico de la publicación.</p> Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales es-ES Subjetividad y Procesos Cognitivos 1852-7310 <p>La Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales tiene los derechos de autor de Subjetividad y Procesos Cognitivos y ha colocado su documentación bajo una <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/deed.es">Licencia Creative Commons Creative Commons de Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0 Internacional (CC BY-NC-SA 4.0).</a></p> DO DO DESESPERO EXISTENCIAL À INSTAURAÇÃO DA LEI DA PALAVRA PARA A REALIZAÇÃO DE SENTIDOS EM FAMÍLIA: https://publicacionescientificas.uces.edu.ar/index.php/subyprocog/article/view/2086 <p>Este estudo de caso qualitativo, de delineamento clínico-psicoeducativo e existencial, descreve o percurso terapêutico de uma família da pós-modernidade marcada pela fragilidade da função paterna, pela adultização negligente da infância e da adolescência e pelo predomínio do gozo hedonista sobre o desejo fundante. Fundamentado na Logoterapia de Viktor Frankl, na crítica psicanalítica de Massimo Recalcati ao ocaso do Nome-do-Pai e em aportes da Terapia Cognitivo-Comportamental e da hermenêutica bíblica, buscou-se compreender o vazio existencial e as neuroses sociogênicas do clã, intervindo por meio de uma “educação para a responsabilidade”. A família nuclear, composta por quatro membros, foi acompanhada em 29 sessões domiciliares, alternando atendimentos com pais, filhos e o grupo familiar, analisados hermeneuticamente. Os resultados indicam que a restauração da autoridade parental e a desconstrução da adultização precoce favoreceram a reinstauração da Lei da Palavra e a conversão do vácuo existencial em espaço de realização de valores.</p> Jurandir de Sousa Corrêa Júnior ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-07-17 2026-07-17 30 I 1 23 A Espiritualidade como Recurso Salutogênico https://publicacionescientificas.uces.edu.ar/index.php/subyprocog/article/view/2063 <p>A intolerância religiosa constitui um estressor psicossocial que ataca a identidade central do sujeito, gerando sofrimento psíquico profundo. O presente artigo, de natureza bibliográfica, analisa o papel do Coping Religioso/Espiritual (CRE) positivo como mecanismo de enfrentamento e ressignificação desse trauma. Baseando-se na teoria de Pargament, discute-se como estratégias de reavaliação benevolente, suporte social e parceria com o Sagrado atuam como moderadores entre a violência sectária e a saúde mental. Embora manifestações como a guarda do sábado ou o uso de vestimentas religiosas (véu) sirvam de exemplos de gatilhos para o preconceito, o estudo foca na eficácia genérica da espiritualidade como recurso salutogênico e direito humano. Conclui-se que a competência cultural e espiritual é imperativa na prática clínica para evitar abordagens iatrogênicas e fortalecer a resiliência das vítimas.</p> Rodrigo Pellegrino ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-07-17 2026-07-17 30 I 24 58 Es Espiritualidade: Cognição e Ressonância https://publicacionescientificas.uces.edu.ar/index.php/subyprocog/article/view/2060 <p>O presente artigo analisa a espiritualidade a partir de uma abordagem não teológica, articulando contribuições da psicanálise, da neurociência, da psicologia e da física sistêmica. Parte-se do conceito de “sentimento oceânico”, discutido por Freud, para compreender a espiritualidade como uma dimensão inerente à experiência humana, posteriormente ampliada pela perspectiva junguiana do inconsciente coletivo. O estudo também aborda evidências neurocientíficas, como experimentos com eletroencefalograma e investigações sobre neurônios-espelho, indicando a existência de bases biológicas associadas às experiências espirituais. Além disso, discute-se a espiritualidade como cognição e como ressonância, destacando sua permanência mesmo em contextos de limitação cognitiva. Argumenta-se que a espiritualidade ultrapassa a racionalidade estrita, configurando-se como um fenômeno integrador que articula sentido, emoção e pertencimento. Conclui-se que a espiritualidade constitui uma dimensão essencial do ser humano, com implicações relevantes para a saúde e para a construção de significado existencial.</p> Luiz Carlos Oliveira ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-07-17 2026-07-17 30 I 59 78