A Espiritualidade como Recurso Salutogênico

O Papel do Coping Positivo na Mitigação de Estressores por Discriminação Religiosa

  • Rodrigo Pellegrino uces
Palabras clave: Coping Religioso, Resiliência Espiritual, Intolerância Religiosa, Psicologia da Religião, Trauma Psicológico

Resumen

A intolerância religiosa constitui um estressor psicossocial que ataca a identidade central do sujeito, gerando sofrimento psíquico profundo. O presente artigo, de natureza bibliográfica, analisa o papel do Coping Religioso/Espiritual (CRE) positivo como mecanismo de enfrentamento e ressignificação desse trauma. Baseando-se na teoria de Pargament, discute-se como estratégias de reavaliação benevolente, suporte social e parceria com o Sagrado atuam como moderadores entre a violência sectária e a saúde mental. Embora manifestações como a guarda do sábado ou o uso de vestimentas religiosas (véu) sirvam de exemplos de gatilhos para o preconceito, o estudo foca na eficácia genérica da espiritualidade como recurso salutogênico e direito humano. Conclui-se que a competência cultural e espiritual é imperativa na prática clínica para evitar abordagens iatrogênicas e fortalecer a resiliência das vítimas.

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Publicado
2026-07-17
Cómo citar
Pellegrino, R. (2026). A Espiritualidade como Recurso Salutogênico. Subjetividad Y Procesos Cognitivos, 30(I), 24-58. Recuperado a partir de https://publicacionescientificas.uces.edu.ar/index.php/subyprocog/article/view/2063
Sección
Artículos Originales